terça-feira, 18 de outubro de 2016

CALENDÁRIO ROMANO PRIMITIVO (ROMULO)

FUNDAMENTOS Para compreendermos bem o atual calendário, o gregoriano, o acompanhamento "pari-passu" da evolução dos chamados calendários romanos, desde o primitivo de Rômulo até o Juliano, é de transcendental importância. Mesmo através de uma seqüência de fatos, "pincelados" e narrados sinteticamente, poderemos avaliar o quanto desviou-se de uma metodologia realmente sistêmica, para um processo de conveniência, primeiro política, depois religiosa. Constatar que a base do calendário atual, como veremos oportunamente, é praticamente a mesma de 2.000 anos atrás é, para todos nós que gostamos de uma sistemática eficiente, no mínimo constrangedora. Mas chega de falácia e vamos em frente! Na época da fundação de Roma, 753 a.C., havia enorme divergência entre os calendários utilizados pelos habitantes do Lácio; atribui-se a Rômulo, o fundador lendário de Roma, a introdução do primeiro calendário romano. Para uma nação emergente, sem estudos próprios dos fenômenos celestes, natural seria socorrerem-se de outros povos mais evoluídos e, foi o que fizeram; basearam-se no calendário dos etruscos, povo que habitava a região da atual Toscana, provavelmente quando Roma estava sob o seu jugo. O mais curioso era que, a cidade que praticamente dominou o mundo antigo, no período da monarquia, mostrava-se débil. Embora não obrigatório, recomendamos darem uma revisada na estrutura governamental do Imperio Romano, num espetacular trabalho disponibilizado em:
Leia o post completo sobre os Calendários Romanos

Deixar para as calendas gregas

Deixar para as calendas gregas” significa “deixar para uma data muito distante, é adiar a solução de alguma coisa para um tempo que nunca há de vir”. Calendas (daí o calendário) era o primeiro dia de cada mês no calendário romano. Não havia o termo calendas no calendário grego. Quando os romanos ironicamente falavam das “calendas gregas”, queriam referir-se a uma data que não existia. Adiar a solução de um problema para as calendas gregas é, portanto, deixar para o dia de “São Nunca”. Fonte: http://g1.globo.com/educacao/blog/dicas-de-portugues/post/conheca-a-origem-da-expressao-deixar-para-as-calendas-gregas.html

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Horologia

********************************************************************************************************************************** Para acessar clicar aqui >>>

Blog PridieKalendas Tumblir

********************************************************************************************************************************** Acessar o Blog PridieKalendas Tumblir >>>

Ciclos Astronômicos Antigos

******************************************************************************************************************************** Consta que Solon, que viveu por volta de 594 ªC., introduziu um calendário Lunar de 354 dias, de doze meses, sendo 6 deles de 29 dias, e 6 de trinta, denominados, respectivamente, de cavos e plenos, perfazendo a média mensal de 29,5 dias. Antes de Solon, o calendário era Solar, compondo-se de 12 meses de 30 dias, anexando-se ao fim de cada ano, 5 dias, denominados de Epagômenos, perfazendo um total de 365 dias. Estima-se que os gregos, já consideravam o ano solar, como sendo de 365 dias e um quarto, ou 365,25 dias. Mensurando-se os períodos por meses lunares, aliás, com uma aproximação, para a época, digna de nota, defasava-se das festividades, que de uma forma ou outra, orientavam-se pelo ciclo solar. Manifestou-se pois, a necessidade de ajustes conciliatórios entre os ciclos lunar e solar, sendo os mais importantes os que seguem:

Para continuar lendo clicar na chave

 

domingo, 16 de outubro de 2016

CESARE BONESANA (MARQUÊS DE BECCARIA) (1738-1794)

Dei Delitti e delle Pene (Dos Delitos e das Penas) CESARE BONESANA (MARQUÊS DE BECCARIA) (1738-1794) Fonte e mais biografia!Nasceu em Milão e estudou em Parma e em Pádua. Educado em Paris pelos jesuítas, entregou-se com verdadeiro entusiasmo ao estudo da literatura e das matemáticas. Complementando a sua vasta educação, leu as obras de Montesquieu e Helvétius, principalmente lendo Lettres Persanes do primeiro, e L'Esprit do segundo; envolveu-se nas principais correntes de pensamento do século XVIII, fazendo que, desde então, praticamente todas as suas atenções se voltassem para o estudo da filosofia. Foi um dos fundadores da sociedade literária que se formou em Milão e que, com grande inspiração no pensamento de Helvétius, divulgou os novos princípios da filosofia francesa. Outrossim, afim de divulgar na Itália as idéias novas, Beccaria fez parte da equipe de redação do jornal IL Caffé, influente de 1764 a 1765. Nesse ínterim, insurgindo-se contra as injustiças dos processos criminais da época, Beccaria começou a agitar com os seus amigos, entre os quais com destaque os irmãos Pietro e Alessandro Verri, os complexos problemas correlacionados. Dessa forma, com apenas 26 anos, publica em 1764, o seu precioso livro Dos Delitos e das Penas , preconizando um novo sistema de Direito Penal, com a abolição das torturas e outras penas desumanas vigentes no seu tempo. Os fatos parecem refletir que foi o primeiro escritor a submeter a pena de morte a uma critica fundamentada; sustentou a idéia da proporcionalidade entre as penas e as ofensas e afirmou que a prevenção do crime é seguramente, mais importante do que a própria punição. Todavia, com fundamentado receio de perseguições, Beccaria teve o cuidado de imprimir a sua obra secretamente, em Livorno, e ainda assim com muita parcimônia, velando muitos pensamentos com expressões vagas e indecisas. Como ilustração, segue um comentário da primeira tradução efetuado no Brasil da obra Dos Delitos e Das Penas, 1949, publicada pela ATENA EDITORA-SP. "Este livro foi escrito há cerca de dois séculos, mas conserva ainda, infelizmente, grande parte de sua oportunidade, de vez que nem todos os seus fins foram inteiramente alcançados. A matéria de que trata é das que suscitam sempre o mais vivo interesse, ligada como está, indissoluvelmente, à felicidade e ao destino dos homens. Quando este livro apareceu pela primeira vez, uma verdadeira revolução se operou no sentimento e na inteligência dos sábios e dos filósofos; mas, a revolução dos costumes não foi tão completa. Ainda hoje, em pleno século das mais altas conquistas cientificas, continuam de pé, em toda a sua força, muitas das questões levantadas por Beccaria. Os julgamentos secretos, os suplícios, a tortura, a pena de morte, a desigualdade de fato na aplicação dos castigos, são problemas que ainda hoje se discutem e estão bem longe de ter encontrado solução definitiva. Eis porque este tratado Dos Delitos e das Penas ainda pode oferecer um interesse tão grande e tão vivo. Para fazer-se uma idéia justa da grandeza desta obra, basta que se tenha em vista o fato de que despertou, como talvez nenhuma outra, a admiração de homens como Voltaire, Diderot, d'Alembert, Hume, Buffon e todos aqueles que, no século XVIII, tanto dignificaram a humanidade com as produções do seu gênio. Trata-se, incontestavelmente, de um livro que reclama meditação e estudo, ainda hoje, quando existem nações que, mau grado todas as promessas do futuro, tentam de novo mergulhar a humanidade no profundo abismo de um passado sem glória..." Em síntese, nenhum livro fora tão oportuno e o seu sucesso foi verdadeiramente extraordinário, sobretudo entre os filósofos franceses. O abade Morellet traduzi-o, Diderot anotou-o, Voltaire comentou-o, D'Alambert, Buffon, Hume, Helvétius, o barão d'Holbach, em suma, todos os grandes homens da França, manifestaram desde logo a sua admiração e seu entusiasmo. Em 1766, indo a Paris, Beccaria foi alvo das mais vivas demonstrações de simpatia. No entanto, tendo regressado a Milão, cidade que ele não mais abandonou, teve de sofrer uma campanha infamante por parte dos seus adversários, que ainda se apegavam aos preconceitos e à rotina para acusá-lo de heresia. A denúncia não teve conseqüências, mas Beccaria resentiu-se de tal forma que o receio de novas perseguições levou-o a renunciar às dissertações filosóficas. Ocupou a cátedra de Economia no Colégio Palatino de Milão de 1768 a 1771, e a partir desse ano exerceu vários cargos públicos; sua obra mais importante no campo da Economia foi Elementi di Economia Pubblica, editada em 1804, após sua morte; antecipou nessa oportunidade, algumas das idéias de Malthus sobre a população. Beccaria morreu em Milão, em 1794. Dei Delitti e delle Pene (Dos Delitos e das Penas) http://www.calendario.cnt.br/BECCARIA.htm DISPONIBILIZADOS OS 47 CAPÍTULOS (Italiano)

Débito e Crédito

Debito e Credito by Detizio on Scribd

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Astrolabe – Magnificent Computer of the Ancients

Fonte: Clicar ao lado >>>

EPITÁFIO ARITMÉTICO

Como seria um epitáfio de um eminente matemático? Dá-lhe pesquisa! Ufa! Achamos. Consta dos anais que havia em um cemitério de Corinto um tumulo com os seguintes dizeres: - Caminhante, Detém-te! Aqui jaz Diofanto(Diophantus). Ele próprio te dirá quanto durou sua vida. Para quem não sabe, Diofanto de Alexandria foi o primeiro grego conhecido a usar os métodos da álgebra, que provavelmente aprendeu com os egípcios. Aplicou-os principalmente na resolução de equações, indeterminadas. Segundo algumas fontes, Diofanto parece ter vivido entre 150 a.C e 250 d.C. ( as datas exatas são desconhecidas), embora a mais recente aparenta ser mais provável. Sua juventude encheu a sexta parte dessa vida, sua adolescência a duodécimo do número de seus anos. Casou-se passada a sétima parte e teve um filho cinco anos depois. Perdeu-o desgraçadamente quanto tinha a metade da idade de seu pai e sobreviveu-lhe apenas 4 anos. Que idade tinha Diofanto? Com certeza, para um simples andarilho, mesmo com conhecimentos rudimentares de aritmética, fosse problemática achar a quantidade de anos que viveu Diofanto; todavia, par os leitores do Almanaque Info isso, como dizem, “é sopa no mel”…risos Não é mesmo? Claro… a resposta correta, para o visitante curioso, seria: 84 anos Como chegamos ao resultado? x/6 + x/12 + x/7 +5+ x/2+4 = x x= 84 Como diria o mestre TRAJANO: CQD, ou simplesmente “Como queríamos demonstrar” Juventude= 14 anos adolescência= 7 anos casamento= 12 anos nascimento do filho= 5 anos O filho morreu quanto tinha a metade da idade de Diofanto= 42 anos Diofanto morreu depois de 4 anos= 4 anos Total que viveu Diofanto= 84 anos